sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ríspida em crise de identidade

A desavisada budista diria: que bom!!!

Mas assim, estou revendo o termo "ríspida", eis que, to começando a achar que não sou. Ou melhor, não sou mais. Ainda hoje pensando depois de voltar de uma aníver animadíssimo, com muitas mulheres, umas oito, dentre as quais, uma única, casada (que dizia a todo tempo: "mas eu pelo menos, estou casada"; "ele me traiu, eu perdoei, porque afinal, eu pelo menos estou casada"). Pois bem, a ríspida, ou ex-ríspida, doravante, ficou pasma. Não com a casada, mas com o fato da convivência. Parei e pensei. Tenho tantas e tantos amigos, grupos diversos, pessoas que me convidam, me confidenciam, me ajuda, me pedem ajuda. Logo, não sou ríspida, certo? Certo, pelo menos pra mim.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

a pauta da próxima Chuva é religião.Não sei por que mas só me vem sexo nos pensamentos.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

resp.

Um bom novo nick seria desavisada. Afinal, quem diria?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

cacete caralho pepeca!


estou escrevendo em três blogs, mais a chuva, dirigindo 2 peças de teatro, iniciando grupos na rede municipal e senac.

eu sou a desanimada, lembra? não dá, por enquanto assino como desvairada, que é coisa de desvairada minha vida profissional. a sexual, tá, deixa assim, nunca sei o que sou...depende a lua, mulher, mulher, não que eu quisesse, mas sou.

menstruada, desvairada, trabalhadora, mãe zelosa,que por dentro,

sorri. fui.

ass: desvai.

domingo, 15 de março de 2009

Publicada na A Chuva


A Profundidade da Superficialidade...(Tire alguma distração e divertimento)

Necitta circulando na high & down society.

Estava sem saber o que escrever, a Lya já mandando prazo, pressionando, a M.Lisa(com a macaca nessa edição!) sugerindo o volta às aulas, expectativas, ah...cansei! Quero gramur!!! Então, já adiantando que teremos uma coluna de etiquetas por aqui, assessorada pelo melhor colunista social que já agitou essas terras vermelhas, que vem do tempo que nossas socialites flutuavam em saltos altos, fazendo semi-deuses de bandas vizinhas morderem-se de inveja com tanta realeza. Outros tempos. É...aguardem. Enquanto isso, pense sobre a listinha abaixo, tipo aquelas “os dez mais elegantes” “os dez mais ricos” “as dez mais glamourosas” “as dez mais estilosas”... relativa à nossa sociedade, e dê seus próprios nomes aos bois( eu tenho os meus mas não conto!).

Os dez sorrisos mais freqüentes na NG;

As dez boates ambulantes dominicais com o barulho mais horrível(agora com vidros personalizados);

Os dez jovens mais alucinados (incluindo os que dirigem as horríveis boates ambulantes;
As dez alpinistas sociais;

Os dez há anos falidos e nunca arruinados (decadance avec elegance)-colaboração Norman Cohen;

Os dez homens maduros e casados que não parecem maduros nem casados;

As dez mulheres idem;

Os dez cidadãos frustrados por não terem gramur, que resolvem fazer um jornal para conseguir aparecer;

Se esqueci alguma, manda chover!


• semi deuses correspondem a seres que possuem poder, decorrente de méritos passados, mas que, junto a esses méritos, semearam inveja. São movidos à competição. Na iconografia da roda da vida, eles plantam uma árvore em seu reino e ela dá seus frutos no reino dos deuses...).A pedido de M.Lisa, um pouq uinho de Dharma do Budha. Que os seres se beneficiem.

domingo, 14 de dezembro de 2008

não me levem a sério 2


me levem a lugares melhores.
me levem leves
quebrem!

me queiram mal ou bem
mas se divirtam
também!

se masturbem com elogios
mas no que eu digo
tá o ponto g!

ora, serials killers são frágeis,
sentimentais
quero ser santa!

anjo exterminador,
sem papas na língua,
do senso comum o horror!

me quebrem, me riam, me amem
não me levem a sério
me levem além.

desan.

não me levem a sério

já pedi, não me levem a sério. Não, não encuquem com o que digo, diz mais respeito a mim mesma, do que a quem foi dito (espero sinceramente que os alunos dos quais eu fui banca compreendam isso). Da mesma forma, não ligo muito pro que falam de mim. A menos que seja ultrajante e prejudicial, mas tem que ser muito mesmo. Então me chamar de pobre-rica, ríspida, metida e outros do mesmo porte... a menos de chofre, não me choca. Me jogaram na cara que estavam se afastando de mim por causa de um evento de há quatro anos atrás, cujo qual, para mim, resolvídíssimo, pá de cal. Agora citam-me a mim mesma (risos) como se eu não tivesse o direito de ter mudado de opinião, não foi o caso, admirei ainda mais aquela que fez a tal famigerada afirmação, logo euzinha mesma (love me). Enfim, não tenho freios naquilo que digo, digo o que sinto. Se me arrependo? Sim e não. Sim, quando percebo que a pessoa se ofendeu de morte e que isso pode realmente prejudicá-la de alguma forma. E não, se isso é uma verdade pra mim e me urgia dizê-lo. Mas aí, como eu disse, trata-se de mim. É desde mim que falo e é desde mim mesma que me manifesto, não há como ser de outra forma. Então, se você for inteligente, compreenderá isso e talvez me julgue digna de pena. Sem problemas. Se você for forte, não se abalará com o que eu digo. Bom também. Mas, alerto, se você for frágil, delicado, eu diria Emo, (estou tentando ao extremo da boa vontade não ser preconceituosa), por favor se afaste, sou prejudicial à saúde e à qualidade de vida. Lembre-se, uma frase minha poderá levá-lo ao uso intenso do Prozac e, pior, ele pode não fazer efeito. Ah, e ela ressoará em sua mente por anos e anos, como um martelar indolente e desnecessário de a um prego que não prega nada.

posta: Rísp