sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ríspida em crise de identidade

A desavisada budista diria: que bom!!!

Mas assim, estou revendo o termo "ríspida", eis que, to começando a achar que não sou. Ou melhor, não sou mais. Ainda hoje pensando depois de voltar de uma aníver animadíssimo, com muitas mulheres, umas oito, dentre as quais, uma única, casada (que dizia a todo tempo: "mas eu pelo menos, estou casada"; "ele me traiu, eu perdoei, porque afinal, eu pelo menos estou casada"). Pois bem, a ríspida, ou ex-ríspida, doravante, ficou pasma. Não com a casada, mas com o fato da convivência. Parei e pensei. Tenho tantas e tantos amigos, grupos diversos, pessoas que me convidam, me confidenciam, me ajuda, me pedem ajuda. Logo, não sou ríspida, certo? Certo, pelo menos pra mim.