já pedi, não me levem a sério. Não, não encuquem com o que digo, diz mais respeito a mim mesma, do que a quem foi dito (espero sinceramente que os alunos dos quais eu fui banca compreendam isso). Da mesma forma, não ligo muito pro que falam de mim. A menos que seja ultrajante e prejudicial, mas tem que ser muito mesmo. Então me chamar de pobre-rica, ríspida, metida e outros do mesmo porte... a menos de chofre, não me choca. Me jogaram na cara que estavam se afastando de mim por causa de um evento de há quatro anos atrás, cujo qual, para mim, resolvídíssimo, pá de cal. Agora citam-me a mim mesma (risos) como se eu não tivesse o direito de ter mudado de opinião, não foi o caso, admirei ainda mais aquela que fez a tal famigerada afirmação, logo euzinha mesma (love me). Enfim, não tenho freios naquilo que digo, digo o que sinto. Se me arrependo? Sim e não. Sim, quando percebo que a pessoa se ofendeu de morte e que isso pode realmente prejudicá-la de alguma forma. E não, se isso é uma verdade pra mim e me urgia dizê-lo. Mas aí, como eu disse, trata-se de mim. É desde mim que falo e é desde mim mesma que me manifesto, não há como ser de outra forma. Então, se você for inteligente, compreenderá isso e talvez me julgue digna de pena. Sem problemas. Se você for forte, não se abalará com o que eu digo. Bom também. Mas, alerto, se você for frágil, delicado, eu diria Emo, (estou tentando ao extremo da boa vontade não ser preconceituosa), por favor se afaste, sou prejudicial à saúde e à qualidade de vida. Lembre-se, uma frase minha poderá levá-lo ao uso intenso do Prozac e, pior, ele pode não fazer efeito. Ah, e ela ressoará em sua mente por anos e anos, como um martelar indolente e desnecessário de a um prego que não prega nada.
posta: Rísp
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