Como não sei bem como a coisa vai se proceder nesse blog (dialogaremos? falaremos de coisas diversas? brigaremos?), resolvi postar algo, cobranças à parte.
É sobre a palavra, mais precisamente, a linguagem. Acabei de ler o texto de um aluno, cujo qual estarei na banca de TCC, sobre a linguagem cinematográfica e a necessidade de uma pedagogia da imagem. Linguagem visual. Semiótica. Metalingüística. Ai. E ainda tenho que raciocinar. Também ouvi hoje o David Coimbra numa entrevista (ele é o patrono da feira deo livro de Passo Fundo, não confundir com Poa nem com Goa: la-goa). Ele disse que é importante que tenhamos um bom conhecimento de palavras, eis que elas formam nossos pensmentos (eu diria os racionais, porque os não-racionais são simbólicos). Enfim, tanto maior nossa capacidade de pensar e portanto de conhecer e, principalmente nos conhecer, quanto for amplicado nosso vocabulário. Achei legal. Imagina você pensar que está radiante, completamente diferente de estar luminoso. Preciosismo. Não é pra tanto.
Falei pra dzan, sou das palavras. E sou cobrada por elas, todo mundo pede, me ajuda, escreve pra mim, lê pra mim, muda pra mim. Deve ser karma. Será que cortei a língua de alguém?
As palavras me excitam, estímulos verbais, eis do que preciso. Hummmm. Onomatopéia? Todo sentimento é passível de ser traduzido em palavras. Será?
E palavrão? Dava uma tese. Quem sabe? Aí, palavrório.
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Um comentário:
cortou!!!!ahahah
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